.  José Milagre

José Milagre
José Milagre Analista de TI, Professor e Advogado

CEO da LegalTech. ITIL Foundation Certificate in IT Service Management. Advogado e Analista de Tecnologia da Informação. MBA em Gestão de TI, Especialização em Direito Eletrônico, VP da Associação Brasileira de Forense Computacional. Professor da Pós em Segurança da Informação do SENAC-Sorocaba, da Pós em Direito Eletrônico da Unigran-Ms. Professor da Pós em Computação Forense da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Quanto vale uma falha de segurança na urna eletrônica brasileira?

Nunca antes na história deste país, ao menos no que temos notícia, um ente público quebrou o gelo e expôs publicamente ainda que de forma indireta, o reconhecimento aos conhecimentos dos hackers brasileiros, adquiridos fora dos almofadados bancos acadêmicos das famosas faculdades de informática.

Algo a princípio utópico na área de segurança, que normalmente conta com profissionais sempre desconfiados e que nasceram com o chip do “desvie-se do risco”, aconteceu. Uma chamada pública feita pelo TSE para que hackers ou afins tentassem descobrir falhas de segurança na urna eletrônica de votação, e demais ativos que com ela se integram.

Não se quer aqui desmerecer a iniciativa interessante e pioneira do TSE, aliás dá um passo a frente de muitos Security Officers e CSOs de órgãos públicos que tem certeza que são Deuses e que gastam mais tempo contingenciando as fraudes dos “mequetrefes” da esquina do que reconhecendo suas habilidades e gerenciando riscos de forma pró-ativa. Os “tapa buracos”.

Leia o artigo completo em: http://www.legaltech.com.br/blog/?p=138

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Um comentário para “Quanto vale uma falha de segurança na urna eletrônica brasileira?”

  1. André Navarro disse:

    A questão, que acho que nunca foi colocada é que agora, com as urnas eletrônicas nosso voto deixou de ser secreto. Esse é o maior problema. Todo analista de sistema sabe que quando o mesário coloca seu numero do título de eleitor e você vota, lógico que aquele voto fica associado ao título previamente digitado, só um ingênuo não sabe disso. Eu só acreditarei que o nosso voto seja secreto se eu for na urna sem que ele digite nada antes ou depois de eu votar. Quanto a questão da criptografia, só precisa ter dinheiro e conhecer a pessoa certa para alterar qualquer tipo de valores. Até a votação no Senado da República é manipulada. Nós vivemos no Brasil, nosso governo não crédito em nada, tudo é manipulável.

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