.  José Milagre

José Milagre
José Milagre Analista de TI, Professor e Advogado

CEO da LegalTech. ITIL Foundation Certificate in IT Service Management. Advogado e Analista de Tecnologia da Informação. MBA em Gestão de TI, Especialização em Direito Eletrônico, VP da Associação Brasileira de Forense Computacional. Professor da Pós em Segurança da Informação do SENAC-Sorocaba, da Pós em Direito Eletrônico da Unigran-Ms. Professor da Pós em Computação Forense da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Arquivo da Categoria ‘Sem categoria’

Vamos eleger o “termo de uso” mais mentecapto da Internet Mundial

quarta-feira, 18 de março de 2009

Não sei se podemos chamar de “mentecapto”, na mesma proporção que não sei quem mais é aficionado por ler “termos de uso” além desta pessoa que vos escreve! Mas atendendo ao leitores (twitter) e aqueles que fazem uso do seu sagrado e pétreo direito ao anonimato, apresento um termo de uso no mínimo boçal, eis que peca pela absurda sinceridade.

Ah, não esperem que eu traga os termos da MCORP e daquele buscador “faz tudo”, eis que já discutimos isto em outros posts e para mim é fato consumado as “atrocidades” estampadas. Mas ninguém lê mesmo…

Lá vai, na nossa singela ótica, o campeão é o compartilhador P2P Kazaa, da Sharman Networks, e suas vertentes “Nitro”, “K-Lite”, “Ressurrection”, “K++”, e por aí vai!

Em meio a informação publicada aqui no Imasters/UOL sobre a redução dos downloads de musicas piratas pela Internet (http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia.php?id_secao=4&id_conteudo=12937) ficamos imaginando: Quem usaria um sistema p2p destes, se lesse o que prevê o termo de uso, lá vai:

“Por favor observe que instalar esse programa é ILEGAL e viola o termos de uso do KaZaA Media Desktop. Se você, todavia, instalar o conteúdo desse pacote, você concorda em assumir TODAS as responsabilidades por seus atos.”

É exatamente o que leu! Em uma sinceridade cósmica o fabricante avisa seus usuários que seu software é ilegal! Não é algo celestial? O entranho é que a mesma empresa que diz que seu Software é ilegal, no mesmo termo de uso, quer dar a famosa “lição de moral” aos usuários, com fragmentos do tipo:

“Sharman respeita direitos autorais e outras leis. Sharman exige que todos os usuários do Kazaa Media Desktop cumpram com direitos autorais e outras leis. Sharman, pelo fornecimento do software, não lhe autoriza infringir os direitos de autor ou outros direitos de terceiros.”

Ora, a mesma que fala que seu Software é ilegal, banca uma de santa e diz que seu sistema não foi feito para ilegalidades? Há! É como dar uma Ferrari para alguém e ao mesmo tempo exigir que ele não passe dos 70 km/h.

Por todas estas contradições no Termo de Uso, o prêmio de termo de uso mais néscio, na minha única e exclusiva e responsável opinião, é da Sharman! Parabéns pelo brilhante documento.

E faço um apelo: Preciso de um estágio com este departamento jurídico!

Se você se simpatiza com esta idéia (ou compulsão) de revisar todos os termos de uso da rede, envie para nós as atrocidades que já descobriu. Já me disseram que o do i-doser é uma “comédia”, mas esta análise fica para um futuro próximo.

Compartilhe:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkaGoGo
  • Reddit

Android: Torrent Droid é seu “Personal Pirata Móvel”

terça-feira, 17 de março de 2009

Aplicações inovadoras para o moderno Sistema Operacional Móvel Android são o que não faltam. A nova é a invenção de um “Personal Pirateator” móvel, que qualquer um poderá embarcar em seu G1 ou qualquer dispositivo com Android: O Torrent Droid?

Como funciona? Ah é uma “mão na roda”

Pense que está passeando por uma livraria de São Paulo e na seção de DVDs descobre uma nova série do seu seriado predileto, ou aquele lançamento de sua banda preferida. É hora de sacar seu celular e disparar uma foto do Código de Barras do Produto orignal (scanear). Pronto, o sistema procurará este dado em um banco de dados e ao identificar o título, com toda a comodidade de um “Pirata”, ira pesquisar em torrents espelhados pela rede o seu produto na versão “genérica”, baixando-a para o disco rígido do computador.

É um estupro à propriedade intelectual!

Eis não se pode censurar o que eu instalo em meu dispositivo móvel (ou pelo menos ainda não se pensou nisso) . As lojas passam a ser muito úteis à medida que “sem códigos de barras”, nada feito com a Aplicação. Já imagino até as grandes livrarias “selando” os códigos dos Cds e Dvds em nítido “ad esperniandum”.

“Hey, garoto, o que você está fazendo tirando fotos deste DVD ??? Pare já com isso!”

O torrent Dorid foi criado por Alex Holmes que já declarou na Web que “se sentirá mal” caso usem seu programinha para fins ilícitos, mas ponderou que se ele não fizesse, alguém iria fazer, e ganhar dinheiro com isso!

Não preciso falar mais nada, assistam aqui este filme de terror!

Compartilhe:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkaGoGo
  • Reddit

Media Digital 5: “Queremos NESCAU tradicional!”

quinta-feira, 12 de março de 2009

Particularmente gostei muito da exposição do Guilherme Gomide, da Agencia Media Digital. Com fleuma que lhe toca, arrancou muitas gargalhadas das pessoas. Guilherme deu uma aula de como utilizar marketing nas redes sociais sob o pronto de vista do negócios, sem superficialismos, e lógico, guardadas as proporções do tempo.

“Social Media é palavra do momento. E isso não é Orkut, não é Linkedin, não é Facebook. É diálogo!”

Apresentou relatório “Report Nielsen” onde se evidencia que as redes sociais tem crescido três vezes mais do que os outros tipos de atividade web. Argumentou que o uso de redes sociais já superou o e-mail.

Dentre as medidas necessárias que reputou para que as medias sociais ajudem a empresa citou: atenção com o “buzz”, identificar quem ajude a divulgar seu produto, criar novas experiências com consumidores, aumentar visibilidade em mecanismos de busca, usar medias sempre como fenômeno de inteligência competitiva

Citou o caso do “Buzz” negativo da Vivo, onde blogueiros descobriram que uma área do site só abria com IE, e logo publicaram seu manifesto, que recebeu adesão dos usuários de Firefox e Safari. Disse que em algumas ligações pinçadas na rede feitas por usuários à empresa de telefonia móvel, a mesma chegou ao absurdo de afirmar “Firefox e Safari não são compatíveis com Html”! Hahahahahahaha, garagalhada geral, isso aumentou o Buzz. Logo a empresa divulgou nota e acertou o problema.

Mas o case mais legal foi o do NESCAU, todos sabemos que a empresa deu uma de “torcer a lata”, lançar Nescau 2.0, Max, plus, g3, advanced, sabores loucos etc. Isso gerou a revolta da galera que se identificava com o NESCAU puro e simples (como eu!), latinha de alumínio, cores amarelo e vermelho…simplicidade… Isso foi pro Orkut e está lá, para quem quiser ver. Ignorar isso ? É sinônimo de perda de faturamento. A Nestlé não é tonta, correu atrás vejam: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/092008/02092008-28.shl

Concluiu por fim dizendo que “moderar redes sociais não funciona”, ou seja, o segredo é convencer os formadores de opinião, e pulverizar a experiência!

Compartilhe:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkaGoGo
  • Reddit

Media Digital 4: Cuidado com informações “não-oficiais”

quinta-feira, 12 de março de 2009

Na exposição de Essio do Yahoo, o que me chamou a atenção foi a teoria dos “Advogados das Marcas”. Explico, a internet potencializou a figura de pessoas com a) poder de comunicação, b) experientes e c) obcecadas por marcas. Eles formam a opinião! Você duvida?

“Este é o DNA das Redes Sociais, os Advogados das marcas, onde pessoas consultam outras pessoas e a Internet potencializou tudo isso”.

Em um mundo de 50 milhões de usuários únicos o efeito “Banda Larga” contribuiu para que o consumidor assumisse o controle. Só no Brasil, segundo o palestrante temos 3.000.000 de usuários do Flicker.

Por isso é necessário pensar em ações nas redes sociais. As pessoas preferem uma sugestão de alguém em um blog do que uma informação no site da empresa. Por isso, “Informações não oficiais são tão ou mais relevantes quanto as do site da marca”.

Não dá pra bobear.

Compartilhe:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkaGoGo
  • Reddit

Media Digital 3: O que não fazer!

quinta-feira, 12 de março de 2009

“Durante muitos anos, acreditamos que construir marcas era anunciar no comercial da novela das oito”, bem colocou Coutinho ao ser indagado. Para Michel Lent, “Não podemos é mentir”, e “devemos monitoraras redes sociais”.

Já para Reis, a resposta foi “No mundo 2.0, nada pior que uma boa propaganda de um produto ruim”. E continuou, “Não devemos é perder a oportunidade de aprender com os meios digitais”.

Ao serem questionados pela platéia sobre alguns veículos impressos que ainda mantém colunistas “nada haver” e que na net não são considerados ou até mesmo são “achincalhados”, Guilherme Ribenboin, do IAB, afirmou que realmente “O consumidor hoje é o nosso Big Brother”. André Almeida, da Abril, também ponderou a respeito afirmando que antes, a única forma de criticar o colunista era “na carta ao leitor”. Éh, hoje o pau come!

Mas gostei muito da resposta serena do colega Lent, que disse “Estamos na era Long tail, mas não podemos esquecer que a cauda não perdeu sua cabeça”. “A cabeça existe, mas ela irá se pulverizar na cauda”. E interrompendo Coutinho arrebatou: “A media perdeu o monopólio de formar formadores de opinião.”

E viva a cauda!

Compartilhe:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkaGoGo
  • Reddit

Finish him!!! Adeus Mortal.

domingo, 15 de fevereiro de 2009
http://themothertongue.files.wordpress.com/2007/06/finish-him-2.gif

http://themothertongue.files.wordpress.com/2007/06/finish-him-2.gif

Foi com lamento que tomei conhecimento do pedido de falência feito pela Midway Games, fabricante do Clássico “Mortal Kombat”, que certamente animou e norteou a vida de muitos gamers nascidos no fim da década de 70 e início da década de 80, como eu!

A empresa tem dívidas de 218 milhões de dólares e ingressou com um pedido semelhante à nossa recuperação judicial, onde o objetivo é tentar a recuperação, com a cooperação dos credores:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u503555.shtml

Em uma era onde os jovens de até 15 ou 16 anos já nasceram no “mundo” digital, em uma era a la MAX PAYNE, COUNTER STRIKE, TÍBIA, pode soar mal este desabafo nostálgico de um ser que nasceu na era da BBS. Mas só quem experimentou tal game pode ter noção de quão incrível era para uma época, em que só reinava STREET FIGHTER da capcom! (Em síntese, logicamente)

Aqui, meu Wii divide espaço com meu Mega Drive e Snes (E tem um master system no armário). E assim será para sempre, até um dia em que abrirei um museu e passarei a cobrar por “finalização”.

Brincadeiras a parte, nos EUA, ao contrário do Brasil, onde a insensibilidade dos credores é canibal,  a Lei de Falências costuma “fazer milagres”, recuperando empresas das cinzas, e isso é no mínimo, animador!

Enfim, vamos esperar, e esquanto isso, jogamos e relembramos da era “offline” dos games. Finish Him!!!

Compartilhe:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkaGoGo
  • Reddit

GOOGLECALIPSE: Seria a barra (/) o Messias ?

domingo, 1 de fevereiro de 2009
Ilustrativo
Ilustrativo

Sábado a noite é dia de bate-papo descontraído por aqui. Comentamos a informação destaque deste dia em que muitas coisas sempre acontecem. O “Erro humano” que causou falha no Google hoje e que classificava indevidamente sites como “Este site pode danificar o seu computador”.

O erro aconteceu bem cedinho e acredito que muitos de vocês ainda não haviam levantado. Infelizmente, para mim o sábado começa as 06:00 hs, então tive o “privilégio” de constatar presencialmente  a falha. Basicamente, todos os sites da busca eram considerados nocivos. Fui trabalhar e quando voltei no início da tarde tratei de espiar o Blog da Maryssa Mayer, a VP que tem um Blog no BlogSpot (http://googleblog.blogspot.com/2009/01/this-site-may-harm-your-computer-on.html). E as 09:02 já tinha um post da dama onde explicava a falha, resumindo-a em “erro humano”, onde uma “/” foi associada à lista de sites maliciosos, o que jogava praticamente todo mundo como “badware”…O estranho é que ela explica a causa do erro, e no mesmo texto, informa que estão investigando o mesmo cuidadosamente, “We will carefully investigate this incident and put more robust file checks in place to prevent it from happening again.”

A reflexão é, ou o time de incidentes do Google é amplamente eficiente e eficaz, ou a informação publicada é a “mais coerente” a ser publicada, se é que me entendem. Presumir a causa raiz de um incidente sem investigá-lo é no mínimo torná-lo um problema. E aproveito o gancho do Google, mas poderia ser a Microempresa que você trabalha. Um belo dia ocorre um problema no Internet Explorer e aquele técnico “corta-caminho”, instalando o firefox… Incidente fechado ? Claro que não! Como pode alguem alterar a configuração de um parque sem mesmo investigar a causa do problema? Sem uma autorização formal para a mudança ?

Ah, e quem neste mundo respeita um Gerente de Mudanças ?

Conhecer a causa raiz de um problema siginifca transformá-lo em um erro conhecido, mensurável e consequentemente, controlável! Só com esta informação é possível efetivamente obter a melhor solução definitiva! Nada de contornos! Por a culpa no Browser ou no “erro humano” é sem dúvida a solução mais cômoda em qualquer empresa, assim como é certo que a “zona de conforto” um dia será insustentável.

Além do mais, a ingenuidade do Google é louvável! Juridicamente erro humano é pior que erro causado por terceiros ou de máquinas. Enquanto aquele demostra a negligência e imprudência da empresa e o dever de indenizar, nestes, o caso é fortuito, ou na liguagem da ti “A culpa é do sistema”… Enfim, nos Estados Unidos onde “escorregar no sabonete” gera indenizaçao a danos morais milionária, não estranharia processos por aqueles que foram classificados perante os internautas como “Barrabáses”.

Pense bem, assuma os erros, e cuidado com os “comunicados públicos”. Meus amigos, não tapemos o sol com a peneira, e cessemos agora com as “criticas construtivas”!

Um abraço e um ótimo e moderado ”Sábado a noite”!

Compartilhe:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkaGoGo
  • Reddit

“O Windows é muito melhor que Software livre”

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Calma!

Calma denovo!

Não me queiram mal!

Acalmou?

Não estou afirmando isso! A frase não é minha!

Assustou-se não é ?

Eu sabia!

Vamos ao que interessa:

Estou pasmo! Paralisado! A velha história da mentira dita 1000 vezes que se torna uma verdade. Meu pai já dizia que “informações pinçadas” de um contexto, revelam a desonestidade intelectual de quem as faz, além de distorcer o próprio “contexto”. Nenhuma novidade pra vocês leitores. Bom eu já sabia que a MS tem o poder do “trocadilho das palavras”, basta dar uma navegada no site da “Virtualização” da mesma, e em alguns minutos você vai sentir a sensação de que é um “burro” e que não sabia nada de virtualização. (E o pior é que o Google ajuda: http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=virtualiza%C3%A7%C3%A3o&btnG=Pesquisa+Google&meta=)

Bem agora encontro um artigo “O Windows é muito melhor que Software Livre”, o qual gostaria que os leitores analisassem. Uma fundamentação mais digna de torcedor fanático ou realidade ? Conto com vocês para esta análise.

Aqui está a pérola: http://technet.microsoft.com/pt-br/library/cc716412.aspx

Por favor a análise deve ser madura, sem fundamentalismos do copyleft ou agressões ao autor do trabalho, muito menos comentários ofensivos, pretendo apenas iniciar uma velha discussão, com maturidade, que reascente quando encontramos pessoas que usam a abrangência de internet para divulgar artigos de questionável lucidez!.

Ô vontade de soltar um “Hadouken” em “sem-noções” de plantão!

Um abraço e aguardo a opinião de vocês!

Hadoooooouken!

http://www.retrobits.com.br/site/blog/por-que-nao-um-jogo-de-luta-live-action

http://www.retrobits.com.br/site/blog/por-que-nao-um-jogo-de-luta-live-action

Compartilhe:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkaGoGo
  • Reddit

Understanding Open Source and Free Software Licensing

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Compreender o que há por trás da pregação Open Source sempre é uma tarefa sem muitos apoiadores. Confesso que encontrei no Livro Andrew St. Laurent esclarecimentos mais que pontuais sobre o cenário do Software Livre no Brasil. Imprescindível para  qualquer Desenvolvedor que queira conhecer a mellhor forma de colocar seu projeto no nos trilhos:

Licensing is a major part of what open source and free software are all about, but it’s still one of the most complicated areas of law. Understanding Open Source and Free Software Licensing explains your licensing options, how they compare and interoperate, and how license choices affect project possibilities. If you’re an open source/free software developer, this book is an absolute necessity.

Segue o link do e-book: http://oreilly.com/catalog/osfreesoft/book/

Compartilhe:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkaGoGo
  • Reddit

Death by chat room? Matando Alguem pela Internet

sexta-feira, 28 de novembro de 2008


“pain-free suicide” and “how to kill yourself.

O Google bem que poderia encaminhar a polícia o IP de cada pessoa que procurasse isso em seu motor de busca! Ah tá certo que eu não tenho departamento de “Pré-Crime” no Brasil, mas isso poderia ajudar a evitar tragédias que vem ocorrendo por intermédio da Internet. Que tal uma resposta automática? “Se matar pra quê? Beije na boca e viva feliz!”

Nos cursos de Direito e Tecnologia, especificamente quando cuidamos dos crimes contra a vida é comum as pessoas se espantarem quando falamos de “Homicídio Virtual”. Seria possível alguém matar alguém pela rede? Isto está bem longe de um script Linden que exclui um avatar no Second Life ou de um Orkuticídio. É real, tem reflexos reais. A Tecnologia evolui e cada vez mais estamos nas mãos de Datawarehouses e SADs e neste cenário, ao trabalharmos com informações estruturadas e semi-estruturadas em dispositivos informáticos, tudo que atenta ao funcionamento destes pode ter sérias conseqüências em nossas vidas.

Um Exemplo? Alguém que acessa a base de dados de pacientes diabéticos em um hospital e simplesmente altera as prescrições médicas ou indicações de alimentação ! Este agente, se a precícia computacional puder provar sua intrusão, será punido por Homicídio, praticado com o requinte dos bits, o tal “Homicídio Virtual”.

Utópico? Então veja, em 18/11/2008 Hospitais de Londres foram afetados por vírus e sistemas ficaram fora do ar. A Sorte? Um excelente Plano de Contingência, com servidores descentralizados de dados e sistemas independentes, pois do contrário, vidas estariam em jogo:

http://news.cnet.com/8301-1009_3-10101392-83.html

Já com relação ao suicídio, no Brasil a instigação, o induzimento e o auxílio são punidos, pouco importa se foram praticado verbalmente, por carta ou pela internet. É comum ver pessoas na rede manifestando seu desejo em “desencarnar”. Neste caso o que você pode fazer é avisar as autoridades, já que qualquer manifestação pode ser entendida como auxilio, induzimento ou instigação, seu sigilo será quebrado e você processado. Aliás isso já ocorreu no Brasil em alguns casos, onde a pessoa disse que queria se mater em uma comunidade, e recebeu centenas de posts sobre “formas indolores de morrer”, estas pessoas foram processadas pelo Ministério Público:

http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2031

Agora imagine se este auxilio ou induzimento vem dos computadores de sua empresa ? Um funcionário mais “ocioso” assim agia. A Empresa será responsabilizada juntamente com o funcionário, na pessoa de seus diretores, e só uma política interna de segurança da informação poderá atenuar sua situação!

No mundo ? Bem lá fora países como Itália, Korea e Japão vem tentando junto aos prestadores da Internet bloquear sites que auxiliam o suicídio ou indicam métodos para a morte. A discussão é sobre responsabilizar os buscadores por isso! Isso resolve? Não, isso é ridículo tanto quanto bloquear o YouTube no Caso Cicarelli. Segundo o Prof. Elmer Victor, da University of Texas:

“If a person is very motivated to post controversial or illegal content, they will find a way to do so. Even if it means using a server in a country where it’s not illegal. At the university we have software that blocks pornographic sites but it also sometimes blocks breast cancer sites. It’s very difficult to block content effectively.”

Enfim, acompanhe a discussão mundial em

http://a.abcnews.com/Health/Depression/Story?id=4630504&page=1,

se cuide e proteja sua empresa das imprudências dos colaboradores mais desavisados!

Compartilhe:
  • Digg
  • Sphinn
  • del.icio.us
  • Facebook
  • Mixx
  • Google
  • LinkaGoGo
  • Reddit

  • InterCon
  • DialHost
  • Impacta
  • Pagseguro

2001 - iMasters FFPA Informática Ltda - Todos os direitos reservados.