.  José Milagre

José Milagre
José Milagre Analista de TI, Professor e Advogado

CEO da LegalTech. ITIL Foundation Certificate in IT Service Management. Advogado e Analista de Tecnologia da Informação. MBA em Gestão de TI, Especialização em Direito Eletrônico, VP da Associação Brasileira de Forense Computacional. Professor da Pós em Segurança da Informação do SENAC-Sorocaba, da Pós em Direito Eletrônico da Unigran-Ms. Professor da Pós em Computação Forense da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

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Media Digital 2: Do BroadCast ao SocialCast

quinta-feira, 12 de março de 2009

Saímos de era em que poucos falam com muitos. Atualmente muitos falam com muitos. Segundo Marcelo Coutinho, do IBOPE, que diz que não citou números do IBOPE em sua apresentação, a era socialcast está ligada a duas características: a) Cultura do Remix e b) Cultura do Fan.

Na cultura do Remix ilustrou com o caso das clássicas operadoras de Tv, que estão indo no Youtube pegar vídeos, depois colocam sua marca d´água e devolvem no Youtube, para aumento de audiência. Isto seria legal ? Sob minha ótica, um “aproveitamento parasitário”.

Para explicar cultura do fan, simplesmente esclareceu: Pessoas seguem a marca, e levam seus anseios e aspirações para a Web. Isso gera um efeito “Pebolin”. Marcelo também apresentou que nos EUA em 2008 a internet se igualou à TV, o que está longe de acontecer aqui no Brasil, em termos de mídia. Enfatizou que brasileiros são os que mais atualizam suas redes sociais (52%). Brasileiro é o que mais faz upload de vídeo na Internet (68%).

Esclareceu que o meio de comunicação em massa não é mais o formador de opinião. E para entrar na era 2.0 não se pode pensar em ações tradicionais ou de idoneidade duvidosa. Um exemplo dado foi “Se alguém lhe convida par um jantar, a primeira coisa que você pensa é em levar um vinho, agora, se você esquecer o vinho e entender que fazer um cheque no valor do mesmo resolve, então está fazendo ações tradicionais”. Fez a analogia para esclarecer os “tais blogs patrocinados”, pedindo cuidado aos participantes.

Ações precisam de emoção. As ações que dão certo geram algum benefício emocional. Mídia é diferente de mercado econômico mas deve ser entendida como mercado social, “Leia o editorial do NY Times impresso e o do Virtual e perceberá a diferença”. No virtual, “começa a conversação”.

No mercado social não dá pra reproduzir o feudo do econômico. Aqui, eu preciso dos indivíduos. Não se pode ignorar!


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