.  José Milagre

José Milagre
José Milagre Analista de TI, Professor e Advogado

CEO da LegalTech. ITIL Foundation Certificate in IT Service Management. Advogado e Analista de Tecnologia da Informação. MBA em Gestão de TI, Especialização em Direito Eletrônico, VP da Associação Brasileira de Forense Computacional. Professor da Pós em Segurança da Informação do SENAC-Sorocaba, da Pós em Direito Eletrônico da Unigran-Ms. Professor da Pós em Computação Forense da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

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Media Digital 5: “Queremos NESCAU tradicional!”

quinta-feira, 12 de março de 2009

Particularmente gostei muito da exposição do Guilherme Gomide, da Agencia Media Digital. Com fleuma que lhe toca, arrancou muitas gargalhadas das pessoas. Guilherme deu uma aula de como utilizar marketing nas redes sociais sob o pronto de vista do negócios, sem superficialismos, e lógico, guardadas as proporções do tempo.

“Social Media é palavra do momento. E isso não é Orkut, não é Linkedin, não é Facebook. É diálogo!”

Apresentou relatório “Report Nielsen” onde se evidencia que as redes sociais tem crescido três vezes mais do que os outros tipos de atividade web. Argumentou que o uso de redes sociais já superou o e-mail.

Dentre as medidas necessárias que reputou para que as medias sociais ajudem a empresa citou: atenção com o “buzz”, identificar quem ajude a divulgar seu produto, criar novas experiências com consumidores, aumentar visibilidade em mecanismos de busca, usar medias sempre como fenômeno de inteligência competitiva

Citou o caso do “Buzz” negativo da Vivo, onde blogueiros descobriram que uma área do site só abria com IE, e logo publicaram seu manifesto, que recebeu adesão dos usuários de Firefox e Safari. Disse que em algumas ligações pinçadas na rede feitas por usuários à empresa de telefonia móvel, a mesma chegou ao absurdo de afirmar “Firefox e Safari não são compatíveis com Html”! Hahahahahahaha, garagalhada geral, isso aumentou o Buzz. Logo a empresa divulgou nota e acertou o problema.

Mas o case mais legal foi o do NESCAU, todos sabemos que a empresa deu uma de “torcer a lata”, lançar Nescau 2.0, Max, plus, g3, advanced, sabores loucos etc. Isso gerou a revolta da galera que se identificava com o NESCAU puro e simples (como eu!), latinha de alumínio, cores amarelo e vermelho…simplicidade… Isso foi pro Orkut e está lá, para quem quiser ver. Ignorar isso ? É sinônimo de perda de faturamento. A Nestlé não é tonta, correu atrás vejam: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/092008/02092008-28.shl

Concluiu por fim dizendo que “moderar redes sociais não funciona”, ou seja, o segredo é convencer os formadores de opinião, e pulverizar a experiência!

Media Digital 4: Cuidado com informações “não-oficiais”

quinta-feira, 12 de março de 2009

Na exposição de Essio do Yahoo, o que me chamou a atenção foi a teoria dos “Advogados das Marcas”. Explico, a internet potencializou a figura de pessoas com a) poder de comunicação, b) experientes e c) obcecadas por marcas. Eles formam a opinião! Você duvida?

“Este é o DNA das Redes Sociais, os Advogados das marcas, onde pessoas consultam outras pessoas e a Internet potencializou tudo isso”.

Em um mundo de 50 milhões de usuários únicos o efeito “Banda Larga” contribuiu para que o consumidor assumisse o controle. Só no Brasil, segundo o palestrante temos 3.000.000 de usuários do Flicker.

Por isso é necessário pensar em ações nas redes sociais. As pessoas preferem uma sugestão de alguém em um blog do que uma informação no site da empresa. Por isso, “Informações não oficiais são tão ou mais relevantes quanto as do site da marca”.

Não dá pra bobear.

Media Digital 3: O que não fazer!

quinta-feira, 12 de março de 2009

“Durante muitos anos, acreditamos que construir marcas era anunciar no comercial da novela das oito”, bem colocou Coutinho ao ser indagado. Para Michel Lent, “Não podemos é mentir”, e “devemos monitoraras redes sociais”.

Já para Reis, a resposta foi “No mundo 2.0, nada pior que uma boa propaganda de um produto ruim”. E continuou, “Não devemos é perder a oportunidade de aprender com os meios digitais”.

Ao serem questionados pela platéia sobre alguns veículos impressos que ainda mantém colunistas “nada haver” e que na net não são considerados ou até mesmo são “achincalhados”, Guilherme Ribenboin, do IAB, afirmou que realmente “O consumidor hoje é o nosso Big Brother”. André Almeida, da Abril, também ponderou a respeito afirmando que antes, a única forma de criticar o colunista era “na carta ao leitor”. Éh, hoje o pau come!

Mas gostei muito da resposta serena do colega Lent, que disse “Estamos na era Long tail, mas não podemos esquecer que a cauda não perdeu sua cabeça”. “A cabeça existe, mas ela irá se pulverizar na cauda”. E interrompendo Coutinho arrebatou: “A media perdeu o monopólio de formar formadores de opinião.”

E viva a cauda!


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