Max trabalha com criatividade digital há 10 anos. Teve passagens por pequenas e grandes produtoras onlines, atá ser convidado para fundar o Nucleo digital na McCann Erickson. Durante sua carreira seu trabalho foi premiado em quase todos os prêmios nacionais e internacionais. Atualmente trabalha na DDB de Amsterdam - Holanda.
Tem Dias em que eu estou apenas navegando pela internet, sem pretensão alguma, sem ir aos blogs famosos da propaganda, sem o objetivo de achar referencias, apenas navegando mesmo. Bom as vezes as coisas mais legais que eu acho são assim.
Eu estava no youtube, tentando achar algo interessante pra assistir, gastar um pouco de tempo, mas meu jeito de navegar é meio doido, eu saio clicando em coisas randômicas, muitas vezes sem ler, do youtube pro google, do google pra um blog, de um blog pra outro, twitter, myspace, e assim vai até que eu me perco e fecho o browser ou acho algo interessante, bom foi desse jeito que eu descobri o escultor cinético Peter William Holden(http://www.peter-william-holden.com/).
A combinação da cinética, com elementos humanos e musica deixou meu dia melhor e me fez ter vontade de trabalhar com ele um dia. Pois é a gente nunca sabe.
Espero que os videos façam seu dia um pouco melhor, pois o meu melhorou !
Bom depois de muito tempo sem atualizar, consegui parar e escrever.
Pode ser que agora faça menos posts do que fazia antes, porém acredito que a qualidade deve aumentar.
Bom desde que mudei de emprego,e tenho trabalhado muito, vivenciado coisas bem diferentes do que era meu dia a dia, tanto no Brasil quanto na minha antiga agência aqui em Amesterdam, então me compliquei um pouco com as postagens do blog.
Mas trabalho não foi o único motivo, vou tentar explicar melhor.
Criatividade para mim, vem das referências que você busca, coisas que vivenciou, viu. De tudo que você fez, dos erros que cometeu das pessoas que você conheceu. Eu sempre gostei de achar parte das minhas referências criativas fora do meio digital, ou fora da propaganda, e agora resolvi experimentar focar minhas referências 70% fora do desses meios, ou seja:
Sendo extremista e indo além, não tenho mais Internet em casa, e nem televisão. Pra ser sincero, tenho o aparelho de televisão, mas sem operadora.
Ps: aqui não existe TV aberta, só cabo.
Na verdade tem sido uma experiência bem peculiar, e por isso demorei tanto para voltar a escrever no blog, já que fazia isso de casa, mas agora estou tentando me organizar melhor para ter tempo de fazer isso pelo menos uma vez por semana.
Não estou declarando guerra a vida digital, ou falando que a vida analógica é o que realmente me inspira, muito pelo contrário. Meu ponto tem sido. Vivenciar a vida digital no trabalho ( 8 horas por dia), ter uma vida analógica(8 horas por dia) e dormir 8 horas por dia.
O resultado? Bom criativamente ainda não sei, mas a verdade é que me sinto mais feliz, menos estressado e de certa forma mais inspirado. Aliás stress nessa cidade é uma palavra desconhecida, desde de que me mudei pra cá meu risco de ataque do coração deve ter diminuído 99%.
Ao meu ponto de ver quando você vai a uma exposição, lê um livro, visita um lugar, come algo, ou até mesmo assiste um show, você acaba conhecendo melhor o assunto em questão, sua experiência no assunto em questão é maior.
Em contra partida se você digitar o que quiser no google, terá milhares ou milhões de resultados para pesquisar, e se aprofundar no assunto, o que muda é como você filtra as informações que acha.
Bom achei um exemplo estranho para esse post mas sob meu ponto de vista é válido.
Acho que o produtor do programa da Tyra Banks, digitou BraZil no google americano, e saiu pegando informações que ele achou em inglês sobre o BraZil e misturando com tudo que leu, sem consultar ninguém que realmente conhecesse o nosso país.
Seria no mínimo engraçado se não fosse vergonhoso !
O comentário da galera no YouTube é bem legal também!
Um monte de gente tem falado a respeito de augmented reality, das possibilidades de como é legal, ou de como é uma bosta, etc.
Bom eu fiz um workshop a respeito do assunto em Fevereiro do ano passado, foi bem interessante pois ninguém conhecia a tecnologia e suas possibilidades, porém foi um workshop não focado em como fazer AR, digo código. Mas sim de como pensar em AR, de como criar algo legal com essa tecnologia.
Tentei propor para alguns clientes que não entenderam, ou não apostaram na idéia(as), o que acabou por ser bem frustrante depois que vi o uso dessa tecnologia virar normal, porém sem nenhuma pertinência, o que é comum com toda nova tecnologia.
AS AGÊNCIAS E OS CRIATIVOS ACABAM USANDO SÓ PORQUE É NOVO, SEM PENSAR COMO ADEQUAR A TAL TECNOLOGIA A UM CONCEITO QUE REALMENTE SEJA INOVADOR.
Resultado, fracasso.
Ou seja Augmented reality, vem sendo a onda da moda. Mas quase nunca bem usado, até que hoje me deparei com o lançamento daTopps e sua nova série de baseball cards.
Bom acho que qualquer coisa que eu escrever não vai adicionar nada a esse post, então assista o vídeo e tire suas conclusões.
Resolvi escrever um post sobre ele pois eu fui a exposição dedicada a ele aqui no museu de fotografia de Amsterdam(FOAM), onde também fiz um workshop com uma especialista em Avedon e suas técnicas, para tentar entender um pouquinho como funcionou essa mente genial.
O novaiorquino Richard Avedon começou sua carreira em 1944 trabalhando para uma loja de departamentos como fotografo publicitário, até ser descoberto por Alxey Brodovitch Art Director da Harper’s Bazar, já em 1946 abriu seu estúdio onde fazia fotos para a Vogue, Life e a própria Bazar na qual virou fotografo chefe rapidamente. Bom a carreira do cara foi fantástica, meteórica.
Mas isso porque sua técnica e estilo são fora do comum, o cara tem um jeito de capturar a real personalidade das pessoas que é único, com uma profundidade que vai além do visual e atinge o emocional.
Essa foi a primeira exposição oficial dele na Europa (segundo o site da instituição Avedon) e a primeira exposição de suas fotos após a sua morte, suas fotografias não podem ser reproduzidas (está no testamento do cara), então devido a fragilidade ( fotos de todos os tamanhos possíveis) essa exposição não viaja muito.
O Museu está todo dia lotado desde que a exposição começou, fila na porta. O Workshop que eu fiz foi um negocio exclusivo para o pessoal de criação aqui da DDB, o mais bacana foi entender como conseguir o resultado esperado de uma imagem, ou seja ir alem do visual atingindo o sensorial. Mas isso é conteúdo para outro post; bem mais complicado de escrever.
Essa é uma das fotos mais famosas dele, A sutileza da modelo, linda, bem composta, com movimento e expressão; contrastando com o peso dos elefantes dá a essa foto múltiplas interpretações. Porém Avedon achou um total fiasco na época, pois a posição da faixa branca no vestido da moça não ficou como ele esperava.
Essa foto consegue passar como Marilyn Monroe se sentia a maior parte do tempo fora das câmeras, com um olhar vazio, cansado, decepcionado, se você olhar para a original durante mais de 5 minutos acaba até sentindo até meio triste pesado de tão forte que é a foto.
Depois de ficar famoso fotografando moda e gente famosa ele mesmo se desafiou a fotografar gente anônima, coisas do dia a dia, esse é um menino de 13 anos de uma área pobre do estados unidos.
Garoto Minerador da mesma serie sobre gente normal, ou seja excluídos da sociedade americana.
Auto retrato.
O que caracteriza um portrait ? O rosto ?
Bom esse é um portrait de Andy Warhol cuja uma das principais características era ter medo de morrer no hospital, de forma banal. Depois de ser baleado e internado no hospital ele ficou assim mas sobreviveu.
Ele acabou morrendo após uma operação de visicula (coisa normalmente simples), que ele postergou durante muito tempo a operação graças a esse medo de ir a hospitais, existem rumores que foi erro médico, ou tratamento inapropriado que gerou a arritmia cardíaca que veio mata-lo.
Comigo é sempre assim, demoro mas acabo cedendo, foi assim com o MSN, Orkut, Blog, Flickr, até o gmail; só deixei o ICQ quando não tinha mais ninguém lá, ou seja todo mundo tinha migrado pro MSN.
E foi assim com o twitter. Bom resolvi criar uma conta e começar a postar.
Imagine acompanhar a história de dois namorados que vivem a 1000km de distância estão juntos, bom na verdade separados a dois anos.
Esse é o approach da campanha LoveDistance, criada pela Gt Tokio e com a versão online da Non-grid.
Bom a campanha começou mostrando toda a saga e vontade de se ver o casal. Sem ser piegas a campanha mostra um amor quase impossível acontecendo online, seja via blog, SMS, Video Chat e todas as outras tecnologias possíveis.
Após um tempo eles decidem se encontrar. E dois blogs, um para cada um, mostra a viagem deles entre Tokio e fukuoca todas as dificuldades encontradas nos 1000 Km.
Então no dia 24 de Dezembro foi ao ar um “documentário” que mostra os dois indo de uma cidade para outra e revela o anunciante da campanha.
Fazia um bom tempo que eu não via uma campanha sensível sem ser chata, ou cair no lugar comum.
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Video documentário com a jornada dos dois
Momento em que os dois se encontram
Blog que acompanhou tudo
Equipamento para filmar a jornada, mostrado no blog.
Uma invenção bem diferente de um alemão, combina bicicleta e moto, com uma bateria elétrica que quanto mais rápido você pedala mais rápido ela anda, chegando aos 80 km por hora.
Seria uma solução boa para os motoboys economizarem no combustível, se não fosse tão cara.
Criatividade, ou seja qualquer tipo de arte é algo muito subliminar. Muitas vezes o que eu acho bom ou que me inspira, para você não vai significar nada. Diariamente você vera post com o conteúdo mais variado possivel. Mas sempre com o MEU jeito de ver o mundo.