Nova lei contra a pedofilia
Nosso presidente deu uma boa bola dentro na última terça-feira. Sancionou um projeto de lei que amplia a abrangência e pune com mais força os crimes relacionados com pedofilia em nosso país a fim de reduzir esta horrenda prática de alguns acéfalos da sociedade. Com esta nova lei chegamos próximos de outras existentes em países que tratam com mão de ferro esta questão.
Particularmente ainda acho pouco 8 anos de cana. Poderia ser algo como 20 anos mais o vestidinho de chita dentro da penitenciária ou ainda a castração do cabra, mas como não fui eu que fiz o projeto, defendo-o como está.
Mas… (sempre tem um não é?) existe um problema. Todos os especialistas comentam um mesmo ponto: a lei será inócula se não existir auxílio dos provedores de acesso e/ou conteúdo onde estão as provas dos crimes (lembrem-se, precisa-se existir provas para incriminar alguém, pelo menos deve ser assim). E aqui mora meu medo.
A maioria dos provedores são, via de regra, uma zona, sejam em sistemas ou em processos. Então, como fazer para que estes colaborem? Quem sabe colocá-los como “co-autores” do crime ou ainda como “coniventes”, não dá uma forcinha?
A metralhadora
Lula também acertou em outro ponto e enfiou o dedo numa ferida purulenta: a igreja. Em seu discurso na abertura do Terceiro Congresso Mundial de Combate à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes que rola no Rio de Janeiro, ele comenta que “é preciso acabar com a hipocrisia religiosa que não permite que temas importantes como esse sejam tratados à luz do dia”. Outra bola dentro!
Não é somente com denúncias que iremos reduzir os números absurdos desta atrocidade em nosso país, mas também dando educação desde o começo da idade escolar sobre o que é sexo, como praticá-lo seguramente e com responsabilidade. De nada adianta ter-se leis se não existe educação.
E por falar nela, somente uma bola bateu fora: como dar educação sexual se nem a educação normal é dada? De nada adianta sentar o dedo no santo. Fazer a lição de casa também e providencial.
Culpa da Internet?
Não, não é. Muitos dizem que o grande culpado nesta história toda é a Internet e a facilidade de propagação do conteúdo de pedofilia na rede. Ledo engano. Ela já acontece de uma forma ou de outra há séculos e, se a rede tem culpa, é somente por ser de todos e para todos; nada mais.
Cansamos de ouvir histórias sobre caminhoneiros nos rincões do país que adotam a prática, do turismo sexual de Fortaleza e Belém, das orgias descomunais na Tailândia. O problema não é novo. Novo somente é o meio usado.
Pais podem e devem atentar-se para aquilo que os filhos estão fazendo em seus computadores mas sem proibí-los do bom uso. Cercear o acesso à rede é como prender a criança em casa e não deixá-la ir para a escola. Tanto lá quanto cá, tudo pode acontecer e cabe aos pais educar de tal forma que o monstro não chegue perto.














30 de setembro de 2009 às 9:18
LINK DO PEDÓFILO E DIFAMADORES (LUZINETE MARINHO) COM SEGUIDORES NO ORKUT QUE FINGE NÃO VÊ BURLANDO AS LEIS BRASILEIRAS.
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=824323&tid=5336002081006763946&na=4&nst=1&nid=824323-5336002081006763946-5340073680175603538