Muito se fala sobre inclusão digital e Web 2.0, termo utilizado para o famoso “faça você mesmo” na rede, ou seja, todas as pessoas podem ser colaboradoras no ambiente web. A idéia é tornar o mundo on-line mais dinâmico e com o conteúdo construído a partir da colaboração dos internautas.
Porém, ainda existem no Brasil 94,2% de indivíduos que não conseguem assistir a vídeos no YouTube, nem conectar ao MSN. Quanto mais usá-los simultaneamente.
Muitos são insistentes. Mesmo sem contar com a banda larga, são usuários das ferramentas das redes e, provavelmente passam horas e horas na frente do computador – com os dedos cruzados para que não haja queda na conexão – esperando a conclusão do download de um aplicativo ou de um programa relativamente simples.
Por isso, há muita expectativa em torno do Plano Nacional de Banda Larga. O objetivo é tornar a rede mais acessível e rápida a quase 80% dos municípios no País. É papel do Governo facilitar o acesso por meio das conexões coletivas, mas é difícil imaginar a implementação de um plano desta proporção sem a participação da iniciativa privada.
Segundo fontes federais, será necessário incentivar a concorrência entre as empresas fornecedoras do serviço. Afinal, a intenção do governo é ampliar o volume de acessos à Internet rápida de 15 milhões para 165 milhões até 2018.
Fontes: Caderno LINK – Jornal O Estado de São Paulo; Portal G1; Convergência Digital
