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Stelleo Tolda
Stelleo Tolda Presidente do Mercado Livre

Presidente do MercadoLivre.com, responde pela gestão de mais de 300 funcionários nas principais áreas da empresa. É Bacharel e Mestre em Engenharia Mecânica pela Universidade de Stanford e MBA pela Graduate School of Business da Universidade de Stanford. Também é autor do MLOG.

Empresas têm obrigação de estar nas redes sociais?

Esse é o ponto de vista de Emerson Calegaretti, vice-presidente e general manager do MySpace No Brasil.

Ele afirma isso, pois o brasileiro é gregário e faz uso pesado das redes sociais em seu dia a dia. As marcas são amplamente discutidas nestes ambientes. Segundo Calegaretti, 45% das páginas vistas por internautas brasileiros têm a ver com alguma ferramenta social.

No Brasil, para se ter idéia, o MySpace, rede social presidida por ele, ocupa a sétima posição entre os 31 países onde a companhia atua.

Calegaretti aponta seis mandamentos para as redes sociais:

1. Saber qual é sua reputação na web

2. Fazer planos diferentes, pois cada rede é distinta

3. Ouvir e não apenas falar

4. Engajar pessoas

5. Medir resultados

6. Permanecer de maneira contínua

Concordo com todos, em gênero, número e grau. Mas, principalmente, em um ponto: não acredito que todas as organizações tenham que fazer planos de ação para participar das redes. Existem casos que o simples monitoramento do boca-a-boca já basta.

Separei, também, alguns posts que havia escrito há algum tempo sobre o tema:

Pilares da participação organizacional nas redes sociais online

Os desafios das marcas

Afinal, o que é mídia social

Veja mais na web

Mídia social: os mandamentos (Fonte Baguete)

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2 comentários para “Empresas têm obrigação de estar nas redes sociais?”

  1. Cynthia Tiemi disse:

    A revolução que as Redes Sociais vem causando na comunicação já é uma realidade clara, e por isso concordo que as empresas devem acompanhar esse ‘movimento’. Como você mesmo citou, não é preciso necessariamente grandes planos, mas é essencial para saber pelo menos o que as pessoas pensam sobre a marca e a companhia, por exemplo. São coisas simples que podem ser determinantes na hora efetuar ou executar um planejamento. Como Joshua-Michéle Ross cita em um artigo publicado na Forbes, “a maior dificuldade das empresas em adotar essa postura reside em perceber que a mudança para um modelo social é transformacional. Trata-se de liderança, cultura, estrutura e organização, e muito pouco sobre a tecnologia”. Somos milhões de usuários que compartilham nossas próprias experiências numa plataforma única. Por quê não aproveitar essas ferramentas que permitem identificar o comportamento das pessoas que pode fazer parte de seu público alvo?!

  2. Stelleo Tolda disse:

    Cynthia, concordo com você e acredito que várias organizações já acordaram para essa possibilidade de entender e ouvir melhor aos seus públicos-alvo.
    Afinal, quem define o grau de exposição que quer ter, é o próprio usuário, não é? E se ele está expressando suas vontades, é bacana que alguém aproveite isso, oferecendo mais customização e qualidade.

    Abraços,
    Stelleo

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