Empresas têm obrigação de estar nas redes sociais?
Esse é o ponto de vista de Emerson Calegaretti, vice-presidente e general manager do MySpace No Brasil.
Ele afirma isso, pois o brasileiro é gregário e faz uso pesado das redes sociais em seu dia a dia. As marcas são amplamente discutidas nestes ambientes. Segundo Calegaretti, 45% das páginas vistas por internautas brasileiros têm a ver com alguma ferramenta social.
No Brasil, para se ter idéia, o MySpace, rede social presidida por ele, ocupa a sétima posição entre os 31 países onde a companhia atua.
Calegaretti aponta seis mandamentos para as redes sociais:
1. Saber qual é sua reputação na web
2. Fazer planos diferentes, pois cada rede é distinta
3. Ouvir e não apenas falar
4. Engajar pessoas
5. Medir resultados
6. Permanecer de maneira contínua
Concordo com todos, em gênero, número e grau. Mas, principalmente, em um ponto: não acredito que todas as organizações tenham que fazer planos de ação para participar das redes. Existem casos que o simples monitoramento do boca-a-boca já basta.
Separei, também, alguns posts que havia escrito há algum tempo sobre o tema:
Pilares da participação organizacional nas redes sociais online
Veja mais na web
Mídia social: os mandamentos (Fonte Baguete)
Tags: mandamentos, pilares, redes sociais online

12 de maio de 2009 às 18:21
A revolução que as Redes Sociais vem causando na comunicação já é uma realidade clara, e por isso concordo que as empresas devem acompanhar esse ‘movimento’. Como você mesmo citou, não é preciso necessariamente grandes planos, mas é essencial para saber pelo menos o que as pessoas pensam sobre a marca e a companhia, por exemplo. São coisas simples que podem ser determinantes na hora efetuar ou executar um planejamento. Como Joshua-Michéle Ross cita em um artigo publicado na Forbes, “a maior dificuldade das empresas em adotar essa postura reside em perceber que a mudança para um modelo social é transformacional. Trata-se de liderança, cultura, estrutura e organização, e muito pouco sobre a tecnologia”. Somos milhões de usuários que compartilham nossas próprias experiências numa plataforma única. Por quê não aproveitar essas ferramentas que permitem identificar o comportamento das pessoas que pode fazer parte de seu público alvo?!
22 de maio de 2009 às 16:28
Cynthia, concordo com você e acredito que várias organizações já acordaram para essa possibilidade de entender e ouvir melhor aos seus públicos-alvo.
Afinal, quem define o grau de exposição que quer ter, é o próprio usuário, não é? E se ele está expressando suas vontades, é bacana que alguém aproveite isso, oferecendo mais customização e qualidade.
Abraços,
Stelleo