.  Stelleo Tolda

Stelleo Tolda
Stelleo Tolda Presidente do Mercado Livre

Presidente do MercadoLivre.com, responde pela gestão de mais de 300 funcionários nas principais áreas da empresa. É Bacharel e Mestre em Engenharia Mecânica pela Universidade de Stanford e MBA pela Graduate School of Business da Universidade de Stanford. Também é autor do MLOG.

Posts com a Tag ‘facebook’

Publicidade nas redes sociais e polêmica

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Recentemente, o Youtube apresentou um acordo para a venda de propaganda com uma companhia especializada neste tipo de atividade, a FreeWheel. Os anunciantes poderiam veicular seus conteúdos no Youtube de forma publicitária.

Facebook, com 250 milhões de usuários no mundo, também comercializa alguns espaços publicitários, ainda que de forma incipiente.

Uma pesquisa, feita pela Netpop Research com mil pessoas com mais de 15 anos de idade que participam de redes sociais no Brasil, apontou que 75% dos internautas brasileiros acessam o Orkut todo mês. Além disso, peças publicitárias sobre descontos ou cupons para lojas online são os que mais interessam aos usuários com 71%, enquanto 81% se cadastrariam em comunidades patrocinadas por empresas.

O estudo mostra a predisposição do usuário com o conteúdo publicitário, mas alerto, RELEVANTE ao target.

O que mais preocupa os investidores de redes sociais é: como transformar o poder de uma audiência gigantesca em retorno financeiro sem ser invasivo, spammer, não cobrar e ainda manter a confiança? Obviamente, as receitas publicitárias ajudam a equacionar o problema. O formato é que é a grande discussão.

A questão da monetização é sempre um problema para qualquer site, principalmente quando se torna muito grande. E geralmente um site se torna muito grande quando oferece um excelente serviço/produto…que é gratuito.

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Redes sociais se agigantam, mas enfrentam problemas com a publicidade (Fonte IDGNow)

Mais sobre a alteração no mundo dos negócios depois das redes sociais

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Lendo o artigo do Marcelo Coutinho, no IDGNow, sobre o Facebook e a passagem de Zuckerberg pelo Brasil, cheguei a duas ideias sobre as redes sociais:

1) O uso das redes sociais como mídia para publicidade segmentada; e

2) A funcionalidade de marketplace integrada às redes sociais (algo que ainda está muito em aberto pois ninguém tem feito isto muito bem).

O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, esteve no Brasil, e destacou quatro itens importantes para o sucesso das redes sociais. Obviamente, os quatro tópicos têm implicações na maneira como estávamos acostumados a nos relacionar com os nossos clientes.

O primeiro diz que devemos criar serviços que empoderem as pessoas para criar, controlar e compartilhar informações. A segunda consideração é que as pessoas farão circular cada vez mais o conteúdo e estarão cada vez mais no controle do que é exposto. O terceiro ponto é a integração: transforme o seu negócio em um ecossistema.

Aqui faço um parênteses para comentar sobre dois negócios que têm ecossistemas girando em torno de si: o Twitter e o MercadoLivre. Acompanhamos diariamente uma nova ferramenta que analisa algum aspecto do microblog. No caso do MercadoLivre, no programa de afiliados MercadoSócios, por exemplo, temos diversos usuários que criam códigos que os permitem monetizarem as suas iniciativas web.

O último ponto mencionado por Zuckerberg diz respeito ao modelo de negócios de integração do comércio eletrônico com as redes sociais. E esse modelo permite oferecer relevância ao usuário. Neste caso, nada seria invasivo, mas de interesse para o consumidor final.

Tais pontos alteram completamente a forma como fazemos negócios hoje e como fazíamos tempos atrás. A reputação e a identidade das organizações está cada vez mais terceirizada nas mãos dos usuários.

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O Facebook e as pamonhas de Piracicaba (Fonte IDGNow)

Combate a extremismos

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Segundo notícia do IDGNow e da Organização dos Direitos Humanos, Facebook e Youtube  colaboram para o crescimento de crimes de ódio e extremismo na web,uma vez que registram a maior quantidade deste tipo de conteúdo.

O Facebook, que conta com mais de 200 milhões de usuários no mundo, já se reuniu com membros de uma associação judaica, a Simon Wiesenthal Center, e comprometeu-se a remover os sites que violarem seus termos de uso.

Porém, o volume é imenso e a tarefa deve ser compartilhada. Acredito que a grande lição aqui seja: a comunidade deve e pode contribuir neste combate aos extremismos e intolerâncias por meio de mecanismos de denúncia oferecidos por estes sites. Por outro lado, as redes sociais também devem fazer as suas partes monitorando conteúdos por amostragem.

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Facebook se compromete a limpar rede de conteúdos de extremistas (Fonte IDGNow)


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