.  Stelleo Tolda

Stelleo Tolda
Stelleo Tolda Presidente do Mercado Livre

Presidente do MercadoLivre.com, responde pela gestão de mais de 300 funcionários nas principais áreas da empresa. É Bacharel e Mestre em Engenharia Mecânica pela Universidade de Stanford e MBA pela Graduate School of Business da Universidade de Stanford. Também é autor do MLOG.

Posts com a Tag ‘redes sociais online’

Empresas: despreparadas para as redes sociais?

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

As redes sociais online são a grande vedete da rede para a maioria dos internautas. Trata-se de relacionamento, contato, diálogo, aproximação.

Por essa exposição toda e pela facilidade de se entender o que se pensa sobre a organização, seus produtos, serviços e atendimento, as empresas vêem nas redes sociais uma oportunidade. Sites de relacionamento, de publicação de mensagens como o Twitter e os blogs são alguns exemplos.

Um artigo no site Computer World acredita que embora tais sistemas permitam o contato entre organizações e suas audiências, o problema está na tecnologia que impede que ações mais ousadas e estratégicas sejam feitas pelas marcas. Por outro lado, há a barreira do medo do contato com o consumidor final a ser vencida pelas próprias organizações.

Há quem acredite que as ferramentas interativas gratuitas possam ser usadas pelas organizações em um primeiro momento, mas que conforme evoluírem o conceito, a tendência é que migrem para redes sociais proprietárias ou para soluções mais avançadas e maduras, como o Yammer, aplicativo similar ao Twitter, mas direcionado para as organizações e seus públicos internos.

Não sei se partilho neste momento desta opinião de que as organizações mais maduras devam necessariamente oferecer iniciativas próprias de mídias sociais. Acredito que as organizações devam estar onde estão seus clientes. E se eles estão nas ferramentas gratuitas por que não tecer uma estratégia de mídias sociais?

Veja mais na web

Redes sociais: um longo caminho até as empresas (Fonte Computer World)

Experimentando e errando!

terça-feira, 27 de outubro de 2009

A Pepsi tem uma verba “gorda” destinada à comunicação, porém, pouco deste montante era destinado à comunicação digital, principalmente à mídia social até meados de 2008.

Em outubro de 2008, a companhia criou o cargo de diretor de mídias sociais, ocupado por Borin Bough. Após esse novo papel dentro da empresa, um terço da sua verba total de comunicação passou para o mundo digital.

Ainda assim, embora os valores sejam consideráveis, só colocar dinheiro não quer dizer que o trabalho é bem feito. A Pepsi acaba de meter os pés pelas mãos com o caso de um aplicativo para o iPhone com idéias para cantadas machistas que foi considerado discriminatório e ofensivo: http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&source=hp&q=pepsi+iphone+app&btnG=Pesquisa+Google&meta=&aq=f&oq=. A empresa categorizava as mulheres em 24 tipos e depois cruzava informações dos smartphones da Apple com dados pessoais e “decidia” qual seria o modelo ideal.

As grandes marcas assim como as menores estão vivendo um período de experimentação em relação à comunicação, sobretudo àquela que envolve a comunicação digital. Mas, estereótipos, reducionismos ou tentativas de enquadrar as pessoas em perfis rígidos definitivamente não são a saída.

Veja mais na web

Pepsi e o comércio digital (Fonte O Barriga Verde)

Quem usa as redes sociais também usa e-mail

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

A Nielsen divulgou um estudo afirmando que embora as redes sociais sirvam à comunicação pessoal, os mais engajados usuários passam mais tempo lendo e escrevendo e-mails do que aqueles que não as utilizam.

Há quem pensava que quem usasse mais fortemente as redes sociais minimizaria o uso dos e-mails. No entanto, esta afirmação não se comprovou.

A pesquisa da Nielsen foi feita em uma população online dividida em quatro grupos de acordo com o consumo de mídia social e o tempo de utilização de e-mail de cada um, pelo período de um ano, para depois compará-los com usuários que não o fazem.

Acredita-se que os heavy users das redes sociais recebam atualizações das redes sociais por e-mail o que faz com que tenham que olhar suas caixas de entrada. Além disso, os pesquisadores apostam que as conexões nas redes sociais online se estendam para o e-mail, telefone e por fim, aos encontros presenciais.

Não é de se espantar que os mais ativos usuários das redes sociais usem todas as ferramentas possíveis de comunicação, ainda que estas incluam o simples e-mail!

Veja mais na web

Fãs de redes sociais são os que mais usam e-mail para se comunicar (Fonte Geek.com.br)

O microblog e a política

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Sabemos que a hegemonia da mídia tradicional segue abalada com as novas mídias. O que não sabíamos é que o twitter seria uma grande arma aos candidatos e aos políticos.

O último episódio envolvendo políticos e que chamou a atenção de todos foi a absolvição do presidente do Senado Federal, José Sarney, no Conselho de Ética e atitude do Senador Mercadante. Quando à noite, a questão foi pauta dos noticiários, milhares de pessoas já tinham conhecimento do fato pela rede.

Fato é que as mídias digitais permitem o que a mídia clássica não consegue oferecer: interatividade e participação por parte do internauta. E isso implica em cobrança, transparência, prestação de contas, responsabilidade por aquilo que fala/publica, entre outras questões.

Além do fator conceitual que envolve as novas mídias, a questão custo também salta aos olhos: é menos oneroso fazer uma campanha baseada em redes sociais e relacionamento online do que em TV aberta e panfletagem.

Mas, o que devemos refletir sobre o Twitter e sobre as novas mídias é que independente dessas suposições apressadas que tentam prever o fim de alguma coisa, é inegável que as mídias sociais assumirão um papel muito mais representativo na próxima eleição. O que irá definir a eleição será o horário eleitoral na TV como tem sido até aqui e como será enquanto a penetração da TV aberta superar qualquer outra mídia. Enquanto isso, muitos políticos já estão provando com bons resultados as possibilidades das novas mídias. Estes largaram na frente, pois estão reunindo uma audiência cativa. Quem cativa ficará enquanto tiverem algo interessante a dizer e souberem engajar seus seguidores em um diálogo produtivo. Quem sabe só assim nossos eleitores se tornarão menos apáticos e mais participativos?

Veja mais na web

Twitter revoluciona e aponta para nova era na política (Fonte Campo Grande News)

Existe sigilo e privacidade nas redes sociais?

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Professores da universidade de Wharton questionam até que ponto as informações que colocamos nos sites de relacionamento não são, além de uma oportunidade para os negócios legítimos, também uma oportunidade de roubo da nossa identidade digital para os malintencionados.

Segundo estudiosos da universidade, a internet mudou e vem alterando os padrões de privacidade, o que acarreta em não sabermos que prejuízos teremos sobre isso no futuro.

No entanto, vale ressaltar que quem define até que ponto se expõe ou se priva disso nas redes sociais é o próprio internauta. A grande preocupação é em relação aos nossos filhos que, imbuídos da ingenuidade, não medem conseqüências ao se colocarem nestes ambientes.

Lance Hoffman, professor de ciências da computação da Universidade George, afirmou que bastam dados como nome, data de nascimento para que um ladrão de identidades faça um estrago com nossa reputação na web.

Um ponto que Hoffman defendeu foi a diminuição do tamanho das políticas de privacidade, assemelhado-se aos rótulos de nutrientes encontrados nos produtos alimentícios a fim de facilitar a leitura por parte dos usuários.

Ao final, concluímos que cabe também ao usuário administrar a quantidade de informações que recebem aceitando ou recusando receber campanhas e propagandas a partir do cadastro feito nos sites de relacionamento e em outros cadastros rede afora.

Veja mais na web

Como as redes sociais online estão redefinindo a privacidade e o sigilo pessoais (Fonte Universia/Wharton)

Limites para a geração Y

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Os profissionais recém-chegados ao mercado de trabalho vêm encontrando dificuldades em lidar com as proibições de acesso no ambiente corporativo.

A geração Y, como são chamados, é acostumada a redes sociais, celulares e comunicadores instantâneos e acredita que a personalização da comunicação que elês tem na vida pessoal deveria ser estendida ao ambiente corporativo.

Uma pesquisa da Accenture, publicada no IDGNow, verificou que mais de 60% desses jovens não têm conhecimento das políticas de suas companhias em relação à tecnologia da informação ou não têm incentivos para seguir essas regras.

Mesmo de forma proibida, os jovens fazem uso das tecnologias que não são fornecidas ou autorizadas pelo empregador, como celulares (39%), mensagens instantâneas (27%) e redes sociais (28%).

O grande problema é a vulnerabilidade que isso gera para as empresas. Um treinamento pode ser imediatamente postado em uma comunidade ou blog minutos após ter sido finalizado pela empresa.

Fora tais exposições, outro problema é a velocidade com que as organizações absorvem tecnologias, que é bem diferente ao acesso que estes jovens tem na vida privada.

Alguns acreditam que essa vala entre a expectativa do jovem profissional e aquilo que a empresa pode oferecer é a causa de desmotivação de muitos deles.

Educação, treinamentos, divulgação ampla e clara da política de uso de tais ferramentais parecem ser soluções para minimizar o problema.

Trazer o melhor das redes sociais para dentro da empresa também pode ser uma boa opção.

Veja mais na web

Jovens têm dificuldades com as restrições de redes corporativas (Fonte IDGNow)

Empresas têm obrigação de estar nas redes sociais?

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Esse é o ponto de vista de Emerson Calegaretti, vice-presidente e general manager do MySpace No Brasil.

Ele afirma isso, pois o brasileiro é gregário e faz uso pesado das redes sociais em seu dia a dia. As marcas são amplamente discutidas nestes ambientes. Segundo Calegaretti, 45% das páginas vistas por internautas brasileiros têm a ver com alguma ferramenta social.

No Brasil, para se ter idéia, o MySpace, rede social presidida por ele, ocupa a sétima posição entre os 31 países onde a companhia atua.

Calegaretti aponta seis mandamentos para as redes sociais:

1. Saber qual é sua reputação na web

2. Fazer planos diferentes, pois cada rede é distinta

3. Ouvir e não apenas falar

4. Engajar pessoas

5. Medir resultados

6. Permanecer de maneira contínua

Concordo com todos, em gênero, número e grau. Mas, principalmente, em um ponto: não acredito que todas as organizações tenham que fazer planos de ação para participar das redes. Existem casos que o simples monitoramento do boca-a-boca já basta.

Separei, também, alguns posts que havia escrito há algum tempo sobre o tema:

Pilares da participação organizacional nas redes sociais online

Os desafios das marcas

Afinal, o que é mídia social

Veja mais na web

Mídia social: os mandamentos (Fonte Baguete)

Profissionalizar ou não, a criação de conteúdo nas redes sociais?

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Organizações já acordaram para as redes sociais, algumas personalidades também. Celebridades mantem blogs, outras perfis em sites de relacionamento, algumas gerenciam comunidades…

Os artistas entenderam que quanto mais próximos de seus públicos, fãs e de sua audiência, melhor para eles.

Mano Menezes, técnico do Corinthians, estreou seu site e com ele, um apelido no twitter (@manomenezes). Ganhou a cobertura do Globo Esporte e em seu primeiro dia, já tinha mais de 300 seguidores. Vários retweets depois, passou dos 1800 followers.

No entanto, todos se perguntam? Quem atualiza seus perfis? Um assessor? Um especialista em mídia social?

Se a informação for relevante para a comunidade de fãs e seguidores daquele perfil, pouco importa se foi o próprio artista ou outra pessoa. O que interessa ali é credibilidade, veracidade.

Para outros, porém, a mídia social é uma forma de estreitar relações com o ídolo e estes, sim, querem que a própria pessoa seja a dona daquilo que diz. Por que nós postaríamos algo para aquela celebridade que nem sequer saberá que mensagens estamos endereçando a ela?

Voltamos assim aos intermediadores de conteúdo dos tempos da velha mídia.

Se analisarmos a campanha de Barack Obama, contudo, podemos defender a idéia que é preciso que se tenha um especialista em redes sociais que balize toda a estratégia de comunicação neste tipo de mídia.

Minha opinião é que é melhor ter o contato, estabelecer o canal como alternativa de comunicação, mesmo que escrito por um profissional. Não concordo que um assessor não conheça seu cliente a ponto de escrever bem sobre ele. Obviamente, depende do assessor.

Veja mais na web

Redes Sociais - Vale a pena profissionalizar a criação de conteúdo? (Fonte iMasters)

Crianças são alvo nas redes sociais

quarta-feira, 22 de abril de 2009

O fato de monitorar o que é dito sobre sua marca, seu produto ou uma idéia que sua organização defende pode render bons frutos.

A rede de restaurantes Giraffas detectou que crianças e adolescentes estavam postando, espontaneamente, vídeos imitando a dança da GiraTurma. Vendo em tal iniciativa uma oportunidade, a agência que atende a empresa propôs a criação de um concurso que premiaria as melhores danças.

De 03 a 28/05, o concurso vai premiar 17 vídeos e quem quiser pode acompanhar informações em um blog http://www.giraturma.blogspot.com.

A campanha toda ainda tem um importante ponto de apoio: um restaurante virtual no Habbo Hotel, uma rede social para crianças também. Uma espécie de restaurante 3D na internet.

As marcas que visam ao público infanto-juvenil realmente devem começar a pensar em estratégias que as envolvam e que criem, desde já, uma conexão positiva com elas. Do contrário, será bastante complicado tê-los como consumidores futuros.

Veja mais na web

Umbigo do Mundo cria concurso para GiraffasRede premiará vídeos com melhores danças (Fonte site PropMark)

Não basta ser líder (Fonte MLOG)

Você sabe o que é IMMS?

sexta-feira, 17 de abril de 2009

As mídias sociais ganham a cada dia mais importância. Até aí, novidade nenhuma. No entanto, a agência Frog criou uma classificação denominada Índice de Marcas em Mídias Sociais (IMMS), para medir a densidade de referências a cada segmento corporativo.

As campeãs nas mídias sociais brasileiras durante o mês de março foram: Coca-Cola, em primeiro lugar, seguida por iPhone e McDonald’s.

A medição leva em conta a concorrência das marcas e o cenário do mercado, calculando sua presença nas mídias sociais, o que faz com que as organizações possam identificar o buzz em torno de si próprias e possam dimensionar ações no contexto digital.

As top marcas, de acordo com o ranking, são:

Marca/Pontuação

1º Coca-Cola 1.494

2º iPhone 1.322

3º McDonald’s 720

4º Sony 685

5º Apple 665

6º Adidas 644

7º Nokia 611

8º Nike 591

9º Chevrolet 586

10º Skol 545

11º Ford 469

12º Oi 467

13º Fiat 411

14º Volkswagen 399

15º LG 377

Esse tipo de classificação é mais um alerta às corporações e marcas para a importância das redes sociais online e uma estratégia bem definida de atuação neste contexto.

Veja mais na web

Coca-Cola é líder no ranking das marcas mais presentes nas mídias sociais (Fonte: Portal Nós da Comunicação)


  • InterCon
  • DialHost
  • Impacta
  • Pagseguro

2001 - iMasters FFPA Informática Ltda - Todos os direitos reservados.